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NOTÍCIAS

08/09/2015 13h30
Jornal avalia plataforma de aplicativo e o resultado é ruim...

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O Jornal Agora SP fez um teste para avaliar o serviço prestado por motoboys via empresas de aplicativos. Essa avaliação, que teve resultado negativo, foi publicada neste domingo, 6, em matéria sobre plataformas virtuais no ramo.
“A reportagem testou um dos aplicativos que oferecem motofrete e diz chegar ao local de retirada de mercadoria em até dez minutos – mas levou o dobro para buscá-la em Campos Elíseos (região central) e

levar à Águà Água Rasa (zona leste)”, relata o jornal.a Rasa (zona leste)”, relata o jornal.Ainda de acordo com o impresso, “o pedido foi feito às 17h10 de sexta e somente às 17h35 um motoboy aceitou o chamado. Ele chegou às 17h55 e entregou às 18h30. Era um sanduíche, que chegou ao local intacto, mas frio”, informa o Agora.
Outro destaque na reportagem e de extrema importância e esclarecimento para o contratante foi sobre a questão da garantia da mercadoria. O texto informa ao leitor que os aplicativos não oferecem garantia dos produtos transportados em caso de extravio ou danificações. “Esse é o diferencial entre as plataformas digitais e as empresas de motofrete, que são as responsáveis pela integridade do produto”, aponta o impresso.
Do ponto de vista trabalhista, a reportagem falou com as entidades patronal e laboral da categoria. O sindicato profissional disse já ter protocolado denúncias no Ministério Público do Trabalho estadual e federal contra os aplicativos e afirmou que estuda recorrer à Justiça contra eles, justificando que essas plataformas entram no mercado de maneira desleal, prejudicando o motofretista. 
O SEDERSP, que representa a classe patronal do setor de motofrete, também criticou o modo como agem essas plataformas. “Nossa preocupação é com a vida do profissional”, ressalta Fernando Souza, presidente.
Além de se preocupar com a integridade física dos motofretistas e com a garantia de seus direitos assegurados na legislação, a entidade também atua na cobrança de uma maior fiscalização do poder público junto às empresas que atuam de modo irregular, a fim de minimizar estatísticas negativas do setor.
Aos contratantes, o SEDERSP faz um alerta quanto à contratação da prestação do serviço, já que a Lei Federal (12.009/09), que regulamenta a profissão do motofrete, estabelece responsabilidade solidária do tomador, ou seja, em caso de acidente, lesão ou óbito envolvendo o motofretista que esteja trabalhando de modo irregular, o contratante é corresponsável.

URL FIXA: http://bit.ly/1vV6sHI

Paulo Victor Chagas - Agência Brasil  18.06.2014 - 17h33 | Atualizado em 18.06.2014 - 22h01

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Dilma sanciona lei que garante adicional de periculosidade para motoboys
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Dilma lembra que a profissão está presente em todos os grandes centros do país, e citou, por exemplo, o caso de mães que precisam dos serviços da categoria durante a madrugada para receberem remédios para os filhos. A presidenta acredita que a lei não irá gerar desempregos. “Eu duvido que o patrão, que precisa ter um número significativo de motoboys, em uma lei que abrange todo o Brasil, que caso não seja cumprida, criará uma ilegalidade no exercício da atividade para o qual o motoboy é contratado, possa deixar de contratar”, disse a presidenta.
Para o senador Marcelo Crivella, autor do projeto de lei no Senado, a expectativa é que os profissionais invistam o adicional em equipamentos de segurança. “[A lei garante] a possibilidade dele poder comprar uma bota de couro, um casaco de couro, não andar com pneu careca, ter as lanternas da motocicleta sinalizando corretamente, condições de se aperfeiçoar.
Crivella lembrou que os motociclistas estão entre as principais vítimas dos acidentes de trânsito, citando que diariamente em São Paulo dois motoboys morrem e dez terão de usar cadeira de rodas.
A presidenta Dilma defendeu ainda a adoção de faixas exclusivas para a circulação dos mototaxistas, motoboys e motofretistas. “Temos dever, como representantes do Poder Público, e no meu caso como presidenta da República, zelar e tomar todas medidas para proteger vocês. Essa medida do adicional de periculosidade é apenas o começo”, concluiu.
De acordo com o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas de São Paulo (Sindimoto/SP), a categoria tem cerca de dois milhões de trabalhadores em todo o país.

 

Direitos autorais:   Creative Commons - CC BY 3.0

Dilma sanciona lei que garante benefícios a motociclistas (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Ao sancionar a lei que inclui o pagamento de adicional de periculosidade para mototaxistas, motoboys e motofretistas, a presidenta Dilma Rousseff disse que a medida é justa, necessária e um direito desses trabalhadores, que enfrentam diversos perigos e até risco de vida.

A lei altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e determina que os brasileiros que usam a moto para trabalhar com o transporte de passageiros e mercadorias recebam adicional de 30% sobre o salário.

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20/02/2013-20h46

Contran rejeita proposta para adiar fiscalização de motoboys
Publicidade Atualizado às 21h54.


 

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) rejeitou nesta quarta-feira a proposta de adiar o início da fiscalização e da aplicação de multas a motoboys que não estiverem de acordo com a nova lei que regulamenta o setor.

Detrans pedem um ano para início de multa a motoboys
Fiscalização de motoboys ficará a critério de cada Estado

A proposta feita pela AND (Associação Nacional dos Detrans), no último dia 5, era fazer blitze educativa pelo prazo de até um ano --adaptável à realidade de cada Estado-- antes de iniciar a aplicação de multas.

O Contran já mantinha o posicionamento de que a regulamentação estava em vigor desde o início do mês, quando estava previsto o início das multas. A fiscalização, porém, fica a critério de cada Estado. Em São Paulo, a Polícia Militar estava apenas orientando motoboys enquanto aguardava a decisão de hoje.

Com a decisão desta quarta, o diretor-presidente do Detran-SP, Daniel Annenberg, afirmou que vai se reunir com outros órgãos, nos próximos dias, para discutir a situação. Ele acrescentou ainda, em nota, que a decisão "desconsidera a realidade dos Estados e as dificuldades dos profissionais, com os quais somos solidários".

Pela resolução do Contran, quem utiliza motocicleta para fins profissionais deve adequar o veículo, acrescentando equipamentos como antena corta-pipa, protetor de pernas, faixas refletivas no capacete, entre outros. Os condutores também precisam usar colete com faixas refletivas e fazer curso especializado.

Os profissionais que não cumprirem as novas regras estarão sujeitos às penalidades e às medidas administrativas previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), entre elas multa no valor de R$ 191,54, apreensão da motocicleta e até mesmo a suspensão da habilitação, dependendo da infração cometida.

O presidente do presidente do Sindimoto-SP (sindicato da categoria), Gilberto de Almeida dos Santos afirmou que vai se reunir com representantes do Detran amanhã e se foi decidido pelo início imediato das fiscalizações de multas, a categoria entrará em greve.


Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress

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